Canadá | Turismo Vancouver


Chegar em Vancouver já é o máximo, afinal, estávamos prestes a conhecer uma cidade encantadora. Agora, imagine chegar de trem, atravessando rios e mares por pontes gigantescas e desembarcar numa estação prá lá de charmosa?!
Essa cidade respira cidadania e cultura.  Por ser à beira mar, Vancouver é uma cidade mais descolada e à vontade. Todos aqui parecem que sorriem o tempo inteiro. Adorável!
Muitos museus estão espalhados por todos os cantos e o Museu de Antropologia – MOA (www.moa.ubc.ca ) realmente arrasa.
A Universidade British Columbia Campus – UBC, além de ter o museu em seu território, também detém outros prédios muito interessantes focados na cultura canadense. Por sinal, o campus é maravilhoso, vale a pena rodar por lá.
Vancouver é conhecida por seus fantásticos parques existentes dentro da cidade. Verdadeiras florestas cosmopolitas, os parques são considerados pulmões de oxigênio e o paisagismo é algo que encanta a todos os turistas que por ali circulam. O Stanley Park, um dos mais importantes da cidade, circunda a orla da cidade, e está sempre repleto de visitantes. O parque é muito bem cuidado e com diversos elementos culturais, como os Tótens aborígenes. Não tem quem não faça milhões de clics pelo lugar.
O grande píer, ao lado do moderníssimo porto, com barcos e navios aportados, movimenta milhares de pessoas o tempo inteiro. Um luxo a céu aberto. De lá partem cruzeiros bem sofisticados para o místico Alasca. Já fui há alguns anos com minha mãe e pirei naquilo que ali vivi. No píer também podemos admirar a olhos nus baleias saltando constantemente.
Vancouver tem bairros muito sofisticados, com incríveis mansões atravessando a grande ponte que leva para o outro lado do canal. Do outro lado temos o Parque Capillano, que com sua Suspension Bridge (www.capbridge.com) é hoje uma das principais atrações da cidade e um dos destinos mais emblemáticos. É possível também caminhar por passarelas suspensas entre as árvores, numa altura surreal, com 16 pontos de ancoragem. É de tirar o fôlego. Ali temos a vista de uma imensa falésia de granito esculpida pela geleira e também de uma das últimas florestas temperadas úmidas costeiras do mundo.
Fui recebido na cidade por um velho amigo de infância: Peter Cheng e sua esposa Suzy. Que delicia encontrar nesse canto especial do meu garimpo pessoas ainda mais especiais. Passeamos muito, desde caminhar pelo charmoso bairro, chamado Gastown – onde encontramos o famoso relógio à vapor, além de lojas, cafés e galerias descoladas e elegantes – pelo apaixonante Granville Island e seus mercados, até bairros distantes e praias bem tranqüilas, habitadas por esculturas espetaculares, como a English Bay onde podemos admirar um mar lindo e também bem gelado. Kkkk
O que não falta na cidade é diversão e entretenimento. Passeios culturais, gastronômicos e de moda, organizados em grupos, acontecem de hora em hora e todos são muito antenados com o que existe de mais bacana no momento. Até com ursos tivemos um contato bem próximo numa reserva. Quero levar meu garoto na próxima pra curtir isso!
Nossa hospedagem em Vancouver foi simplesmente a mais alternativa possível, mas ao mesmo tempo luxuosíssima. Ficamos instalados num hotel aborígene dentro de uma galeria de arte de alto luxo. O hotel possui obras de arte autenticamente indígenas e ambientes designs assinados por diversos artistas. Foi uma imensa surpresa e prazer ficar nesse hotel que eu considero autenticamente boutique: Skwachàys Lodge (www.skwachays.com). Um achado maravilhoso, uma eterna lembrança! Que difícil ir embora daqui.